segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Membro novo na família


Oi pessoal, acabei de adotar um filhote de Fox Paulistinha. Não deu prá resistir.....e a cara do João Guilherme (meu cão da mesma raça que morreu meses atrás) ...nasceu dia 05/07....meu signo!!! Cheguei a conclusão de que não consigo viver sem um Fox Paulistinha, tô muito feliz!!! Vai chegar na segunda depois do feriado !!! Com hino nacional e tudo........ Ainda não sei o nome....tô chamando de 'MEU CÃO'. Ele é o terceiro da esquerda para a direita. Lindo!!! Beijos, queremos visitas...... A Clara Maria, minha vira-latas, vai adorar!!!

(Roberto Guastaferro)

sábado, 29 de agosto de 2009

Questão

Quem será o marketeiro do Belchior???

(Macida Joachim)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Felino, não reconhecerás!

Liane Rossi, especial para o Blog do Dudu

Inspirada nos últimos posts, e já tendo sido convidada anteriormente pela Fê para escrever no blog, pensei em prestar uma homenagem à Marisa, a gata que despertou em mim o amor pelos animais. Amor que, pra mim, é completamente diferente dos outros amores, e complementar.

Hoje sei o quanto sou melhor depois da convivência com a Zuca (Marisa, Marisinha, Marizuca, Zuca, Zucolina, Schreka, ela atende por todos). Ela é pernóstica, cheia de manias, detesta gente nova, detesta qualquer outro animal, é louca pra poder sair na rua, mas na única vez em que permitimos isso ela se enfiou embaixo do carro e entrou por algum buraco no motor. Saiu constrangida e cheia de graxa.

Tímida e autoritária. Discute comigo o tempo todo. Quer dormir junto, debaixo do edredom e, quando sozinha na cama, deita com a cabeça no travesseiro, quando permite dividir o leito comigo, no meio das minhas pernas pra se aquecer. Agora no frio ela procura ficar, sempre que estou em casa, no colo, enroladinha, e isso me enche o coração de ternura.

Mesmo duvidando da minha sanidade mental, cheguei à conclusão de que ela pensa, porque algumas vezes trama vinganças, e fica dias maquiavelando, até que concretiza e disfarça, como se não fossemos descobrir quem aprontou. Pra ódio e desespero da Marisa, hoje moram em casa também a Panela e o Gorjeta, que foram abandonados pelo vizinho, e que colaboram pra encher a casa de alegria.

A Fernanda é cachorreira. Eu sou gateira, mas acho que ando caminhando pra abraçar as duas causas. Esta semana, no hospital veterinário com o Gorjeta, vi um filhote de Pastor de Shetland no colo do dono que o carregava como um filho e como um troféu, e não pude tirar os olhos do bichinho nem me furtar a, pra grande orgulho do dono, exclamar: Que cachorro lindo! Desde então tenho pensado muito em algum dia mesclar a população felina lá de casa com algum vira lata bagunceiro.
(Liane Rossi)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Beleza, Bolota?


Tenho 8 anos, sou um salsicha arlequim, sabe aquele malhado? Filho do Mané e neto do Chico, cachorros da Lica Keunecke e da Bel Mercadante, amigas da Fê. Já namorei diversas vezes, a Duda e outra que não lembro o nome, e não vivo com meus filhotes, hoje espalhados por aí. A Rosana Rodrigues sabe onde está a Sofia, mas eu nunca vejo. Minha vet acha meu comportamento infantil, ela tem razão, penso eu. Minha dona é responsável por isso porque brinca muito comigo, quando estamos no escritório, em casa ou na mãe dela, que gosto de chamar de vó.

Apesar da idade, ainda tenho vários brinquedos e quando me dá a louca saio em disparada pra ninguém me pegar. Duda, dudica, duds ou "tutuzinho da vovó" são meus apelidos. Muitas vezes esqueço que sou cachorro, trato Pedro (filho do Flávio, irmão da Nanda) como primo e imagino que todos compreendem o que quero quando lato. Lato muito, especialmente quando alguém chega ou vai embora. Nem sei explicar o por quê. Gosto de mostrar a barriga, gemo de prazer quando me agradam e adoro comer – principalmente se for cenoura ou mamão.

Quando estão distraídos, na hora do almoço, aí, sim, aproveito para subir rápida e disfarçadamente na mesa e roubar um pouco de comida do prato da Fê. Já levei muita bronca por causa disso, mas sempre vale a pena. Já experimentei bifinho, arroz com feijão e até frango, que amo! Bebê, furei a camiseta da Gigi quando fingia dormir em seus braços. Tenho duas camas, uma na casa da minha dona e outra na da vovó, onde durmo mesmo é com ela, embaixo do edredom. Fique com uma foto por enquanto.
(Fernanda Teixeira)

Oi Dudu,

Marcia Pinheiro, especial para o Blog do Dudu

Sou Bolota. Nasci em 23 de abril de 2009. Touro, acho. Tenho perebas na pele, que mamãe já está tratando. Ainda não posso te conhecer porque faltam as vacinas. Uma pena. Mamy diz que sou baguncenta. Adoro bagunça. Já tenho cama, cobertor de ursinho e três brinquedos. Mas gosto mesmo é de roer cadarços. Pela primeira vez, ontem dormi sozinha na cozinha. Nem foi tão ruim, porque mamãe às vezes ronca. Foi bem bom, por sinal. Ainda erro xixi e cocô. Muito complicada esta história de jornal. Também minha memória é curta. Quando penso em ir ao jornal, escapou. Sigam-me no twitter. https://www.twitter.com/bolotice
(Marcia Pinheiro)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Atores Consagrados Arrasando

Crítica de Maria Lúcia Candeias

Todo mundo conhece Renato Borghi e Miriam Mehler, que formam um casal super interessante no primeiro texto escrito por Elias Andreato, em cartaz no teatro Vivo, na continuação da avenida Berrini. Se não conhece, está mais que na hora de conhecer também Nilton Bicudo e Olívia Araújo que são os jovens desse elenco pra lá de brilhante de “Mãe é Karma”.

Elias, que além de autor é o diretor, mostra competência para conduzir o elenco.Seu retrato de uma família utiliza formas convencionais de teatro, e talvez por isso mesmo, reúne as condições para agradar um grande público. Parece que alem de ator já conhecido será dramaturgo e diretor de renome. O espetáculo apresenta ótimo cenário (Ulisses Cohn), bons figurinos (também de Elias) e a sempre irretocável iluminação de Wagner Freire. Principalmente devido à fantástica interpretação dos atores, merece ser visto.
É o caso também de “Aurora da Minha Vida”, uma das primeiras peças escritas por Naum Alves de Souza, autor, diretor, cenógrafo e figurinista entre os de primeira linha. O que mais impressiona é a atualidade do assunto (ensino em escolas) e, mais ainda, a modernidade do texto fragmentado, escrito na década de 80. Quem dirige a encenação é Bárbara Bruno que escolheu elenco excelente, com nomes como o de Magali Biff, Rubens Caribé, Eliete Cigarini e mais sete atores impecáveis. A meu ver, o único aspecto discutível fica por conta do excesso de músicas que atrasa a fruição do texto e alonga o espetáculo sem necessidade, independentemente da competência do maestro que assina a direção musical (Amalfi). Mesmo com esse senão recomendaria essa ótima montagem que está em cartaz no SESC Santana.
Maria Lúcia Candeias - Doutora em Teatro pela USP
Livre Docente pela Unicamp

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Nariz comprido ou perna curta?

Mentira tem perna curta ou nariz comprido? A questão veio à tona a propósito da estreia do espetáculo infantil Pinóquio, sobre o popular boneco de madeira que ganha vida após uma série de percalços, e cujo nariz cresce à medida que mente. Fantasiando sobre o tema, penso ser uma pena que o nariz não cresça nem as pernas diminuam, senão, pode crer, a gente ia flagrar muito baixinho/a narigudo circulando pelas ruas. Viveríamos num mundo esquisito, quem sabe mais justo.

Mentira ou verdade? Muitas vezes, a pergunta fica sem resposta. A importância de saber quem está falando a verdade ou quem tem razão, em determinada situação, pode mostrar, por exemplo, se determinado fulano ou fulana é chegado ao péssimo hábito da conversa fiada ou balela. E mentira é chato, vamos combinar? Tem a ver com caráter.

Quem já não se chateou por causa de uma? Na medida em que uma pessoa mente, a confiança nela depositada diminui. Quem já não deixou de confiar em alguém depois de descobrir ser o cara o maior 171? Fora que gera insegurança conviver com gente mentirosa. Você entregaria sua casa para uma faxineira mentirosa? No começo, se ela fica sozinha em casa, você presume que ela faça as tarefas. Não dura muito tempo até descobrir a camada de pó em cima da estante ou mesmo da TV da sala. Isso sem falar na geladeira, objeto, para elas, nascido grudado com super bonder no chão, tal a falta de atitude em arrastar para limpar embaixo.

Você, leitor, deixaria seus filhos aos cuidados de uma babá que não cultiva o hábito de faltar com a verdade? Imagine, não dá! 0 o cachorro você teria segurança de deixar ir passear com ela! Confiaria num sujeito que pede dinheiro emprestado com a desculpa de pagar a doença da mãe moribunda e depois nunca mais ver a cor dessa grana? Se for amigo, é da onça. E num chefe que promete um aumento sem nunca dá-lo? Ou no funcionário que mata a tia para faltar às segundas? Sem falar no político que troca voto por promessa de casa e, quando eleito, não cumpre? Tem, ainda, pastor que arranca o dinheiro suado do povo em troca do milagre e enriquece às custas da crença e da ilusão dos fiéis.

Nas coisas do coração, então, nem se fala. Será que alguém no mundo escolhe um companheiro/companheira chegado num papo furado? Não dá para fazer planos com um bofe ou uma gata com esses "talentos" duvidosos. Tem que ter cuidado na hora de escolher. Tudo na vida. Até em quem vai governar o País. Pode crer.

(Fernanda Teixeira)